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SPED

FONTE: http://sped.rfb.gov.br/pagina/show/964

Instituído pelo Decreto nº 6.022, de 22 de janeiro de 2007, o Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal (PAC 2007-2010) e constitui-se em mais um avanço na informatização da relação entre o fisco e os contribuintes.

De modo geral, consiste na modernização da sistemática atual do cumprimento das obrigações acessórias, transmitidas pelos contribuintes às administrações tributárias e aos órgãos fiscalizadores, utilizando-se da certificação digital para fins de assinatura dos documentos eletrônicos, garantindo assim a validade jurídica deles apenas na sua forma digital.

  • Iniciou-se com três grandes projetos: Escrituração Contábil Digital, Escrituração Fiscal Digital e a NF-e – Ambiente Nacional.

  • Representa uma iniciativa integrada das administrações tributárias nas três esferas governamentais: federal, estadual e municipal.

  • Mantém parceria com 20 instituições, entre órgãos públicos, conselho de classe, associações e entidades civis, na construção conjunta do projeto.

  • Firma Protocolos de Cooperação com 27 empresas do setor privado, participantes do projeto-piloto, objetivando o desenvolvimento e o disciplinamento dos trabalhos conjuntos.

  • Possibilita, com as parcerias fisco-empresas, planejamento e identificação de soluções antecipadas no cumprimento das obrigações acessórias, em face às exigências a serem requeridas pelas administrações tributárias.

  • Faz com que a efetiva participação dos contribuintes na definição dos meios de atendimento às obrigações tributárias acessórias exigidas pela legislação tributária contribua para aprimorar esses mecanismos e confira a esses instrumentos maior grau de legitimidade social.

  • Estabelece um novo tipo de relacionamento, baseado na transparência mútua, com reflexos positivos para toda a sociedade.

Tem como benefícios os seguintes pontos:

  • Redução de custos com a dispensa de emissão e armazenamento de documentos em papel;

  • Eliminação do papel;

  • Redução de custos com a racionalização e simplificação das obrigações acessórias;

  • Uniformização das informações que o contribuinte presta às diversas unidades federadas;

  • Redução do envolvimento involuntário em práticas fraudulentas;

  • Redução do tempo despendido com a presença de auditores fiscais nas instalações do contribuinte;

  • Simplificação e agilização dos procedimentos sujeitos ao controle da administração tributária (comércio exterior, regimes especiais e trânsito entre unidades da federação);

  • Fortalecimento do controle e da fiscalização por meio de intercâmbio de informações entre as administrações tributárias;

  • Rapidez no acesso às informações;

  • Aumento da produtividade do auditor através da eliminação dos passos para coleta dos arquivos;

  • Possibilidade de troca de informações entre os próprios contribuintes a partir de um leiaute padrão;

  • Redução de custos administrativos;

  • Melhoria da qualidade da informação;

  • Possibilidade de cruzamento entre os dados contábeis e os fiscais;

  • Disponibilidade de cópias autênticas e válidas da escrituração para usos distintos e concomitantes;

  • Redução do “Custo Brasil”;

  • Aperfeiçoamento do combate à sonegação;

  • Preservação do meio ambiente pela redução do consumo de papel.

Saiba mais sobre o SPED em: http://sped.rfb.gov.br/pasta/show/10

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